Este post é para os viciados em equipamentos, características de carretilhas !
Para quem tinha curiosidade em ver como são testados os freios e a resistência das carretilhas !!
Apreciem !!
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31 July 2008
22 April 2008
Testes de equipamentos, balela ou coisa séria ?
Consegui recentemente um exemplar de uma revista de caça e pesca gringa A qual, na realidade, tem muito pouco material sobre pesca com mosca, dedicando grande percentual a caça de aves (creio que seja meio de temporara por lá) e umas outras tantas páginas sobre bait casting, spinning etc etc e tal... No geral a revista é bacana ! tem textos bem produzidos e tudo mais, se você conseguir comprar uma de vez em quando, vale a pena...
Nesse número em particular, a revista apresenta o famoso "Teste dos novos equipamentos para 2008" no qual a publicação mostra os 3 ou 4 melhores colocados no teste, bem como informações do fabricante, modelos anteriores preço sugerido entre outras informações comerciais.
Sendo muito honesto, sempre achei este tipo de "Teste" uma tremenda "prosopopéia clássica para acalentar bovinos". Nada mais do que um artifício de venda para anunciar novos produtos ao mercado.
O que achei curioso de fato, é que pela primeira vez (ao menos na minha parca experiência) , os métodos de teste são explicados brevemente para cada equipamento testado. O que na realidade é um tanto curioso, pouco científico, de valor questionável, sem metodologia, mas inegávelmente divertido de se executar (imagino eu ao menos).
O exemplo mais interessante que vi, foram os "testes" com carretilhas de fly. As carretilhas são congeladas por alguns dias (sim colega, do lado do frangão no freezer), depois vão para o forno por algumas horas. Depois dessa sequüencia, as carretilhas ainda são arremessadas contra a parede algumas vezes, amassadas e porreteadas.
As carretilhas que ainda apresentam integridade depois desta primeira fase, são analisadas, e daí sim vão para o teste prático, são carregadas com linha para o teste de freio. O teste de freio, consiste em algumas etapas, a primeira delas é amarrar a ponta da linha em um motorzinho de bancada e ir soltando e prentendo a frição até tirar toda a linha do carretel, ou fazer com que o frio pare o tal motorzinho (creio que o motorzinho seja uma furadeira ou algo do tipo).
A segunda parte, muito mais divertida, consiste em amarrar a ponta da linha em uma caminhonte, soltar todo o freio da carretilha e mandar o colega da caminhote meter o pé no acelerador, percorrendo uma distância de até 100 metros. Conforme o carro avança, a idéia é ir aumentando a ação do freio da carretilha até o freio da carretilha "Abrir o bico" detonando toda a carretilha ou no mínimo fazendo que o freio "espane"
As carretilhas que sobreviverem a estes testes, aparecem nas páginas da revista ! Simples heim !
Na minha concepção, estes testes, não são testes, e sim abusos do equipamento, podem até ser divertidos de se executar (principalmente com material "de gratis"). Talvez até provem a "durabilidade" das carretilhas de certa maneira, mas são de valor questionável para o pescador que está procurando informações sobre um novo equipamento.
Por que, vamos e venhamos, quem é que vai pagar 500 dólares em uma carretilha para tirar da caixa e meter no forno ? O teste do freio até que é legal, concordo, porém depois de esculhambar com o equipamento obviamente que a performance do mesmo não vai ser a mesma...
Enfim, se você tiver dúvidas sobre o que comprar, a melhor coisa mesmo, ainda é perguntar para os colegas... Afinal, quem é que quer saber de carretilhas congeladas ?
Nesse número em particular, a revista apresenta o famoso "Teste dos novos equipamentos para 2008" no qual a publicação mostra os 3 ou 4 melhores colocados no teste, bem como informações do fabricante, modelos anteriores preço sugerido entre outras informações comerciais.
Sendo muito honesto, sempre achei este tipo de "Teste" uma tremenda "prosopopéia clássica para acalentar bovinos". Nada mais do que um artifício de venda para anunciar novos produtos ao mercado.
O que achei curioso de fato, é que pela primeira vez (ao menos na minha parca experiência) , os métodos de teste são explicados brevemente para cada equipamento testado. O que na realidade é um tanto curioso, pouco científico, de valor questionável, sem metodologia, mas inegávelmente divertido de se executar (imagino eu ao menos).
O exemplo mais interessante que vi, foram os "testes" com carretilhas de fly. As carretilhas são congeladas por alguns dias (sim colega, do lado do frangão no freezer), depois vão para o forno por algumas horas. Depois dessa sequüencia, as carretilhas ainda são arremessadas contra a parede algumas vezes, amassadas e porreteadas.
As carretilhas que ainda apresentam integridade depois desta primeira fase, são analisadas, e daí sim vão para o teste prático, são carregadas com linha para o teste de freio. O teste de freio, consiste em algumas etapas, a primeira delas é amarrar a ponta da linha em um motorzinho de bancada e ir soltando e prentendo a frição até tirar toda a linha do carretel, ou fazer com que o frio pare o tal motorzinho (creio que o motorzinho seja uma furadeira ou algo do tipo).
A segunda parte, muito mais divertida, consiste em amarrar a ponta da linha em uma caminhonte, soltar todo o freio da carretilha e mandar o colega da caminhote meter o pé no acelerador, percorrendo uma distância de até 100 metros. Conforme o carro avança, a idéia é ir aumentando a ação do freio da carretilha até o freio da carretilha "Abrir o bico" detonando toda a carretilha ou no mínimo fazendo que o freio "espane"
As carretilhas que sobreviverem a estes testes, aparecem nas páginas da revista ! Simples heim !
Na minha concepção, estes testes, não são testes, e sim abusos do equipamento, podem até ser divertidos de se executar (principalmente com material "de gratis"). Talvez até provem a "durabilidade" das carretilhas de certa maneira, mas são de valor questionável para o pescador que está procurando informações sobre um novo equipamento.
Por que, vamos e venhamos, quem é que vai pagar 500 dólares em uma carretilha para tirar da caixa e meter no forno ? O teste do freio até que é legal, concordo, porém depois de esculhambar com o equipamento obviamente que a performance do mesmo não vai ser a mesma...
Enfim, se você tiver dúvidas sobre o que comprar, a melhor coisa mesmo, ainda é perguntar para os colegas... Afinal, quem é que quer saber de carretilhas congeladas ?
27 March 2008
The Red Shed (O barraco vermelho)
Poppy, é um ex-caminhoneiro que quando percebeu que sua vida estava passando em branco e junto com sua esposa decidiu vender o caminhão e abrir um Fly Shop.
Se fly já é uma modalidade com poucos praticantes, Poppy decidiu ir ainda mais longe. Abriu um FlyShop inteiramente dedicada ao Spey e a pesca do Stealhead. No Red Shed, Poppy se orgulha de ter em estoque inúmeros caniços de Spey, além dos caniços confeccionados em bambu por ele mesmo.
Como o flyshop funciona nos fundos de sua casa, poppy instalou uma campainha no interior da loja, de maneira que os pescadores possam entrar na loja, escolher o que precisam, e quando estiverem prontos para pagar ou ainda tiverem alguma dúvida, é só apertar a campainha que Poppy vem ao encontro do cliente... Não tem neim muito o que comentar né ?
Com o advento da internet, o Red Shed agora tem site, e se você quiser trocar uns e-mails com Poppy e demais pescadores de Spey que habitam o flyshop é só começar ! Poppy também despacha material de atado caniços etc etc etc para o mundo todo...
Uma das coisa que mais achei interessante do flyshop Red shed é a simplicidade do local, o site é ainda mais simples. Simples, sem ser simplista. Segundo Poppy, só vende material que ele próprio já utilizou ou utiliza, dos caniços mais simples aos mais caros. Material de atado, também ! Só coisas que funcionam com stealhead. Na realidade, esta premissa do Red Shed, de simples nada tem ! Exige estudo, investimento e dedicação. Afinal como de fato dar "fé" em um equipamento sem nunca ter usado ?
Segue um videozinho do próprio Poppy apresentando as instalações do red shed. O cara tem um sotaque complicado. Mas o video passa bem o espírito do lugar !
13 January 2008
Será que agüenta !?
Muitas vezes, já me achei em meio a discussões sobre como brigar com um peixe de maneira a não danificar o caniço. Claro que cada um tem sua maneira de fisgar, de brigar etc etc e tal... Mas o que de fato me chamava a atenção em todas as discussões é a preocupação com o caniço.
Outro fator que influência muito a discussão, é o fato de que alguns fabricantes oferecem garantia por toda a vida, outros até a 3a. geração (apartir do nome que está no cartão de registro) bem como outras marcas oferecem reposição da partes, e outras oferecem "dois tapinhas nas costas e um "I'm sorry !" "
Uma empresa com fins lucrativos que se propõem a trocar um equipamento danificado, durante toda vida do cliente e possivelmente de seus descendentes, tem que ter um processo de qualidade extremamente "Afinado". Do contrário, se muitas varas quebrassem em campo, aonde ficaria o lucro da empresa ?
A contra-partida de um controle de qualidade "ferrenho", é o custo final do produto.
Voltando a vaca fria, peixe grande quebra vara ? Como se teste uma vara para garantir que não vai quebrar ? Como os fabricantes conseguem garantir isso ?
Para variar, pesquisando o assunto no google, achei alguns vídeos que mostram o famoso "Pound Test", muito utilizado durante a fase de criação de um novo taper, para definir a durabilidade e as características do mesmo.
Conforme eu for achando mais informações sobre o assunto, vou ir disponibilizando aqui no blog, acho importante discutir o assunto, principalmente minimizar os efeitos de marketing, e ao invés de discurtir marcas, discutir características técnicas de cada equipamento.
Outro fator que influência muito a discussão, é o fato de que alguns fabricantes oferecem garantia por toda a vida, outros até a 3a. geração (apartir do nome que está no cartão de registro) bem como outras marcas oferecem reposição da partes, e outras oferecem "dois tapinhas nas costas e um "I'm sorry !" "
Uma empresa com fins lucrativos que se propõem a trocar um equipamento danificado, durante toda vida do cliente e possivelmente de seus descendentes, tem que ter um processo de qualidade extremamente "Afinado". Do contrário, se muitas varas quebrassem em campo, aonde ficaria o lucro da empresa ?
A contra-partida de um controle de qualidade "ferrenho", é o custo final do produto.
Voltando a vaca fria, peixe grande quebra vara ? Como se teste uma vara para garantir que não vai quebrar ? Como os fabricantes conseguem garantir isso ?
Para variar, pesquisando o assunto no google, achei alguns vídeos que mostram o famoso "Pound Test", muito utilizado durante a fase de criação de um novo taper, para definir a durabilidade e as características do mesmo.
Conforme eu for achando mais informações sobre o assunto, vou ir disponibilizando aqui no blog, acho importante discutir o assunto, principalmente minimizar os efeitos de marketing, e ao invés de discurtir marcas, discutir características técnicas de cada equipamento.
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